
Criado para proporcionar conforto, absorver impactos e permitir tração do veículo, ajustado a economia e desempenho, o pneu, com mais de um século de invenção é uma peça de extrema utilidade para a humanidade e sem dúvida, fundamental para veículos terrestres.
A produção de pneus, cresce aceleradamente e superior à produção veicular, para favorecer a demanda de veículos novos e suprir a necessidade de reposição da frota em circulação. Estima - se que empresa fabricantes de pneus que atuam no Brasil, como: Pirelli, Michelin, Firistone e Goodyer, produzam jantas anualmente, cerca de 45 milhões de pneus entre exportação, reposição e montadoras, tornando - se um assunto preocupante para o meio ambiente.
Existem vários tipos de pneus:
Os comuns são os pneus para carros em geral, motocicletas e bicicletas;
Os especiais para aviões, carros de competição esportiva e tratores;
Os macios com fabricação restrita para veículos militares, indústrias e agrícolas.
É importante considerar que a biodegradação de um pneus é lenta, estimando um prazo de pelo menos 150 anos. Os pneus possuem em sua estrutura, substâncias tóxicas que podem ser liberadas na atmosfera podendo contaminar o solo e o lençol freático, cada pneu contém em média 10 litros de óleo combustível em sua composição, o que o torna altamente inflamável, além disso sua forma propicia acúmulo de resíduo líquido, possibilitando a proliferação de insetos nocivos e transmissores de doenças.
Ainda não muito utilizado, a reciclagem de pneus, seria uma solução, desde que realizado com estudo e cautela, partes deste produto estaria sendo utilizado na pavimentação de estradas e na utilização de outros artefatos. Portanto, cabe a nós descartar pneus em locais protegidos da ação do tempo (chuva e calor) e com o número de possibilidade de queima. O importante é que saibamos, o quanto é necessário nosso envolvimento consciente para minimizar este grave problema ambiental.